Eu joguei em 2006 em Caracas, na Venezuela, pela
Libertadores, quando o Rogério estava servindo
à Seleção Brasileira. Com certeza o jogo de
Libertadores é um jogo especial
BOSCO, goleiro do São Paulo, que, hoje, enfrenta o
Independiente de Medelín, na Colômbia, no lugar do capitão Rogério Ceni
DO BLOG DO BENJAMIN BACK, NO LANCENET! - http://www.lancenet.com.br/blogs_colunistas/BENJA/
Sinto-me como se tivesse sido assaltado!
Por BENJAMIN BACK
Sou sócio do Corinthians desde 1994. E hoje, como sempre fiz em todas as eleições do clube, fui votar na eleição do novo presidente.
Nada mais democrático, ainda mais com o voto do próprio associado.
Mas, para minha surpresa, fui impedido.
Sim, meu nome não constava da lista de eleitores.
Estranhei o acontecido e tentei me informar qual o motivo.
E o pior, não era apenas comigo que aconteceu tal fato, um amigo meu, sócio desde 1973 também não pode votar, e assim estava acontecendo com inúmeras pessoas, que ficavam por um longo tempo numa fila para tentar obter alguma informação.
Na maioria dos casos, a resposta era a mesma:
Sua situação está regular.
Aí perguntávamos:
Então por que não podemos votar?
Reposta dada:
Não sei.
Enfim, isso é uma eleição num clube da "grandeza" do Corinthians.
Corinthians que por sinal, tem uma torcida grande, mas internamente, é pequeno demais.
Durante cerca de duas horas tentei exigir meu direito de voto, mas não consegui.
E não faltavam por lá juízes desembargadores, delegados, e de nada adiantou, voltei para minha casa com a mesma sensação que tive após ser assaltado, ou seja, de impotência, de ser roubado, enganado, ou qualquer outra sensação semelhante.
Não pensem que era em relação a um só candidato, havia eleitores das três chapas impedidos de votar.
Pior que isso foi ver alguns símbolos de uma época tão bacana da história do Corinthians, a Democracia Corinthiana, se sujeitando a certas coisas que em hipótese alguma imaginei ver um dia.
Enfim, como jamais neguei ser torcedor do Corinthians, porém, hoje vi que realmente um sonho acabou.
Pois é, em um dia apenas, vi um presente nebuloso e um passado tão bonito ser enterrado.
Triste Corinthians...
Nota do Blog do PP - Andrés Sanchez foi reeleito com 1615 votos dos 2415 sócios que foramm ao Parque São Jorge.
Os jogadores apoiavam, o presidente Marcelo Teixeira disse que ele continuaria no cargo após a derrota por 4x1 para o Palmeiras, mas não após o 1x0 para o Marília fora de casa na noite desta quinta-feira.
O mais estranho é que nenhum diretor aceitou falar após a entrevista de Márcio Fernandes (acompanhada pela CBN/Globo com o repórter Felipe Rocha), em que ele anunciou seu pedido de demissão. Uma pena porque transparência, nestas horas, é a única coisa que pode dar segurança ao elenco, que é o principal afetado em casos como este.
Há quem diga que a sexta-feira 13 tem relação direta com as bruxas. Que se trata de uma data de azar, na qual não se pode passar embaixo de escadas, ver gatos pretos ou quebrar espelhos.
As lendas são muitas a respeito dessa data.
Filmes de horror foram criados em homenagem a ela.
O "Sexta-feira 13", com o horripilante Freddy Krueger é um bom exemplo.
Mas isso é lenda, ficção, não passa de um conto de fadas às avessas.
Se decidirmos apelar para a realidade, a História do Brasil, ao invés das lendas, veremos que o Ato Institucional nº 5 (AI 5), que deu início ao Regime Militar e aos anos de chumbo, teve início justamente na sexta-feira 13 do mês de dezembro de 1968.
Calma!
Não quero assustar ou apavorar ninguém.
O número 13, para alguns, é sinônimo de sorte.
Quem nunca ouviu Mário Jorge Lobo Zagallo, bicampeão do mundo como jogador da Seleção Brasileira; como técnico e campeão como auxiliar-técnico, declarar sua simpatia pelo número tão rejeitado?
Aliás, na última terça-feira, dia 10, o Brasil enfrentou a Itália, em Londres, pela 13ª vez.
E ganhou por 2 a 0, com golaços de Elano e Robinho.
Se pararmos para pesquisar e analisar com calma, certamente encontraremos outros casos em que o "13" é motivo de festa, alegria, não de tristeza ou terror.
Que nesta sexta-feira 13, você não vá caçar bruxas, mas esperanças, energias positivas que lhes façam viver intensamente. pp@oboletim.com.br
Leia abaixo a carta de demissão do vice-presidente do Vasco, que liderou a oposição por meio do MUV, José Henrique Coelho.
Ou Roberto Dinamite desmente com fatos o teor da carta, ou, sem dúvida, é coisa para impeachment.
Os grifos são do blog:
Ao Club de Regatas Vasco da Gama Exmo. Presidente Carlos Roberto Dinamite
Ratificando nossa conversa telefônica na tarde de hoje, apresento o meu desligamento desta diretoria em caráter imediato e irrevogável.
O motivo do meu afastamento é a incapacidade desta presidência levar adiante os projetos que durante os últimos oito anos defendi e me comprometi a realizar quando apoiei a sua candidatura.
Como presidente do MUV e membro da diretoria administrativa sempre me coloquei como responsável por esta implementação: uma gestão profissional, com organograma adequado, com reuniões de diretoria, com pessoas competentes a frente do trabalho e que através da transparência pudesse assegurar a torcida vascaína, aos novos parceiros e aos investidores a aplicação otimizada dos recursos.
Depois de tanta luta e passados sete meses quero dizer que não vejo mais na sua gestão a capacidade de realizar este projeto mesmo contando ainda com grandes colaboradores em diversas áreas.
As decisões de um presidente não podem seguir a mesma regra de um deputado e Vs.Sas ainda não entendeu isto.
Após a posse e a reabertura do clube aos seus verdadeiros "donos", a torcida vascaína, que foi merecidamente comemorada em todo Brasil, a sua gestão mostrou-se, ao contrário do prometido, incapaz de decidir e de realizar nestes sete meses as transformações necessárias.
Nepotismo nas contratações, fraqueza nas respostas diante da antiga diretoria "deposta pelo povo e pelo voto", fraude de R$13 milhões no orçamentode 2009 apresentado pela vice-presidência financeira ao Conselho Deliberativo, farta distribuição de ingressos, como na antiga gestão, à vontade para os amigos e conselheiros e com medo das torcidas organizadas, ao contrário da vontade dos torcedores, desrespeito aos acordos com oMinistério Público, venda de ingressos "por fora" - caixa dois, com a participação de conselheiros comprometidos, com o conhecimento do tesoureiro e todas as demais vice-presidências, falta de responsabilidade social para com o quadro de funcionários, não só pelos atrasos de pagamento, devido a total falta de recursos, mas também pela falta de critério nos salários dos novos empregados, política errática, falta de planejamento e definição para uso do C.T. no Vasco Barra, contratações para o futebol em 2008 sem ouvir a diretoria e em 2009 sem falar para adiretoria, decisões em reuniões mudadas após qualquer pressão dos "desfavorecidos", além da falta de compromisso com a sobrevivência financeira do clube.
Nenhum ajuste sério foi feito.
Por todas estas críticas de trabalho e por não concordar com a atual gestão me retiro da diretoria, mas tenho a certeza que ainda assim nada poderá ser pior do que os últimos oitos anos de Euricos, Amadeus, valentes, reis e seus cúmplices aqui incluídos os presidentes dos subalternos conselhos do clube que promoveram a atual situação de falência que esta diretoria ainda deve tentar reverter.
Continuo com a certeza de que a derrubada pelo voto da antiga diretoria terá sido o primeiro passo no caminho do nascimento do novo e grande Vasco que todos nós queremos.
Reafirmo por último que nos próximos dias, conforme sempre prometi publicamente, procurarei os meus advogados para encerrar as duas antigas ações movidas contra o clube, em 2003 e 2006, que garantiram a minha readmissão ao quadro social.
Os valores de todas as indenizações que a justiça arbitrou em sentença contra a antiga diretoria e a meu favor estarei abrindo mão em favor do clube.
Este valor que conforme os fofoqueiros de plantão avaliam em R$70 mil serão (sic) devolvidos ao Vasco como mais uma prova de minha lealdade ao clube.
CORINTHIANS E PALMEIRAS VENCEM PELA 6ª RODADA DO PAULISTINHA
O Corinthhoians sofreu.
Insistiu.
Foi ao ataque.
E o Mogi Mirim, inteiramente retrancado, não permitia o gol alvinegro.
Foi assim até os 39 minutos do segundo tempo, quando o Mogi decidiu arriscar e deixou a defesa ao Deus dará.
O Corinthians, sem perder mais tempo, fez 1 a 0, aos 40 minutos, com Boquita, em bela jogada de Lulinha.
Lulinha, que, um pouco depois, foi derrubado na área.
Pênalti para a equipe do Parque São Jorge.
Chicão, aos 45, fez 2 a 0 e garantiu a vice-liderança isolada no Paulistinha, sem o risco de ser alcançado pelo São Paulo, que, nesta quinta-feira encara a Ponte Preta e, no domingo, faz o clássico com o Corinthians, ambos no Morumbi.
Na liderança do Estadual paulista quem está é Palmeiras, de Lenny, Cleiton Xavier e Keirrison.
Palmeiras que, fora de casa, derrotou o Mirassol por 3 a 2, tendo uma certa facilidade, devido à diferença técnica de uma equipe com a outra.
Os gols do alviverde foram de Diego Souza, numa bela cobrança de falta, Keirrison e Jefferson.
É a sexta vitória seguida do Palmeiras em 6 jogos.
Keirison, devagar e sempre, vai se aproximando da liderança da artilharia.
Lenny, ao lado dele, tem 5 gols.
E na frente do 9 e do 19 do Palmeiras estão Chicão, o zagueiro artilheiro do Corinthians, com 6, e o atacante Pedrão, do Grêmio Barueri, com 7.
Uma estréia pra lá de especial para Messi, sendo dirigido pelo seu ídolo Maradonna, hoje técnico da seleção Argentina.
O jogo começou movimentado, com a França atacando mais, porém sem eficiência com seus atacantes Henry e Ribéry, vale ressaltar ainda a bela partida que fez o goleiro argentino Carrizo, que em várias oportunidades evitou o gol francês. Já a Argentina com Messi e Agüero no ataque dava trabalho à defesa francesa.
Nossos hermanos abriram o placar aos 41 minutos da primeira etapa, com Gutiérrez, após cruzamento feito por Agüero.
A segunda etapa começou com a Argentina na marcha lenta.
A França, ao contrário, foi mais à frente, porém seu ataque inoperante nada produziu.
A Argentina segurou o placar com certa facilidade e ampliou a vantagem aos 36.
Tévez foi á campo, e precisou de menos de um minuto para ajudar a construir o segundo gol argentino. O jogador do Manchester United, da Inglaterra, arrancou do meio de campo, deu um belo passe para Messi, que a la Maradonna, driblou toda defesa francesa até marcar um golaço: 2x0.
Fim de papo.
E Maradonna mantém 100% de aproveitamento no comando da seleção Argentina.
Em dois amistosos, duas vitórias.
Já a França começa a ver que seu futuro sem Zidane pode ser mais sombrio do que parece.
A seleção alemã começou mal o ano de 2009. Mesmo jogando contra a fraca Noruega, que não vencia há dez partidas (a última vitória foi contra a "seleçã" de Malta), os comandados de Joackim Löw deram vexame e foram derrotados por 1 a 0.
A Alemanha entrou em campo com o time completo, exceto Lukas Podolski, que se recupera de contusão. Mesmo assim, a equipe esteve confusa durante toda a partida e não conseguiu furar a forte marcação norueguesa.
Os dois líderes da equipe, Ballack e Frings, demonstram cada dia mais não serem os mesmos jogadores que levaram a seleção ao vice-campeonato mundial três anos atrás e é praticamente impossível imaginar os dois atuando na seleção alemã na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.
Lenta e sem criatividade, a Alemanha pouco fez durante a partida. Em contrapartida a Noruega era muito veloz nos contra-ataques e a seleção do técnico Olsen, podia ter vencido até por um placar mais folgado.
Depois do gol da Noruega, aos 18 minutos do segundo tempo, Low tentou deixar a equipe mais leve colocando jogadores rápidos, como Marin e Ozil, mas com a equipe cada vez mais desorganizada taticamente, os dois nada puderam fazer para ajudar a seleção.
De positivo, vale ressaltar apenas a boa movimentação de Schweinsteiger e Lahm, e a boa estréia do lateral direito Andreas Beck.
Dia 28 de março a Alemanha recebe Liecheinstein em casa pela Eurocopa, quatro dias depois viaja para enfrentar Gales. Se demonstrar o mesmo futebol de hoje, pode-se esperar o pior.
DO BLOG DA PATRÍCIA KOGUT - http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/
Oscar Schmidt: novo contratado da Record
O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt acaba de assinar contrato com a Record. Ele fará parte da cobertura da emissora nas Olimpíadas de Londres, em 2012, e dos Jogos Pan-Americanos de 2011 (Guadalajara) e 2015 (lugar ainda não definido), além dos Jogos Olímpicos de Inverno, em 2010, que serão realizados no Canadá.
Li há pouco no Blog do Juca que a Internacional Board, responsável pelas regras do futebol, promoverá no dia 28 deste mês uma reunião com a finalidade de discutir sobre a adoção - ou não - de duas novas idéias: o uso do cartão azul e o aumento no tempo do intervalo das partidas, de 15 para 20 minutos.
A primeira idéia já é usada em alguns esportes.
Ao meu ver, é muito boa!
O cartão azul dará mais importância ao cartão amarelo e, quando aplicado, deixará o jogador no banco por alguns minutos.
Será, portanto, uma suspensão temporal, não expulsão.
Algo mais ou menos parecido com o que acontece no basquete.
(No basquete, essa punição é aplicada após um número determinado de faltas. Não há cartão).
Quanto à segunda idéia, também é muito boa!
Dá um tempo a mais de descanso para o jogador e, também, para o torcedor, que fica mais à vontade e tranquilo para andar e comer um lanche enquanto o segundo tempo não é iniciado.
Na década de 60, quando o Santos da Era Pelé entrava em campo, todos sabiam que a camisa 10 era a do Rei e a 9, de Coutinho.
Em 70, embora vestisse a 10 no Cruzeiro, Tostão era o 9 da Seleção Brasileira. E que 9!
Já na década de 80, havia uma legião de craques camisas 9, que eram centroavantes por excelência. Casagrande, no Corinthians, Careca, no São Paulo, Serginho Chulapa no Santos...
Nos anos 90, quem não se lembra do matador Evair, o 9 do Palmeiras?
Jogador raçudo, determinado que tinha verdadeiro prazer em estufar as redes adversárias.
O tempo passou e "o" camisa 9, assim como "o" 10, entrou em extinção no futebol brasileiro.
Não havia um matador, um definidor, alguém que marcasse os gols, independente da dificuldade que era enfrentada.
Pra nossa sorte esse calvário chegou ao fim.
Em pleno Século 21 o Brasil volta a ter um verdadeiro exército de camisas 9.
No São Paulo, tem Washington, no Palmeiras, Keirrison, no Santos, Kléber Pereira e no Corinthians, Ronaldo(?).
Washington, Keirrison e Kléber Pereira, só pra lembrar, foram os artilheiros do Campeonato Brasileiro de 2008, com 21 gols cada.
E no Paulistinha de 2009, até o desfecho da 6ª rodada, os três somam 4 gols.
Ronaldo, em recuperação, tem fama de artilheiro.
Ao menos foi assim quando defendeu o Cruzeiro, o PSV da Holanda, o Barcelona e a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2002, na Coréia do Sul e no Japão.
E essa prova dos nove não acaba aqui, em São Paulo.
Há Obina, no Flamengo, Alex Mineiro, no Grêmio, Nilmar, no Internacional.
Tudo jogador de primeira linhagem.
Gente que entusiasma o torcedor e nos provoca um raro sorriso ao final de cada partida. pp@oboletim.com.br
Dia para Palmeiras e Corinthians entrarem em campo pelo Paulistinha.
O alviverde do Palestra Itália, no Municipal de Mirassol, vai encarar o Mirassol.
E o alvinegro do Parque São Jorge, no Pacaembu, receberá o Mogi Mirim, clube que revelou Rivaldo para o futebol brasileiro.
E não é só isso.
Há, também, dois clássicos mundiais no Velho Continente, neste 11 de fevereiro.
Em Marselha, a França duelará com a Argentina, que terá Maradonna no banco e Lionel Messi em campo.
Já em Sevilha, a atual campeã da Eurocopa, Espanha, jogará com a Inglaterra, que não conseguiu classificação para a competição que ocorreu em 2008, na Áustria e na Suíça.
A Seleção Brasileira, ao contrário do que esperávamos, jogou um futebol primoroso diante da Itália, em Londres, na Inglaterra.
A Azzurra, é verdade, teve um gol de Grosso anulado de modo equivocado, logo aos 3 minutos.
Mas Elano, que não tinha nada a ver com o erro da arbitragem, aproveitou de uma falha inacreditável da zaga italiana para vencer o bom goleiro Buffon, aos 12, inaugurando o placar para os brazucas.
Até Robinho, que em muitos dos jogos não convence, hoje mostrou vontade.
E fez um baita golaço, aos 26 minutos, com direito a pedalada.
2 a 0.
Este foi o placar do primeiro tempo e o do jogo.
Na etapa final, a Itália tentou o gol de todas as formas.
Foi ao ataque com objetividade, mas não contou com sorte.
Marcello Lippi chegou a colocar Luca Toni em campo, mas nada adiantou.
Aliás, o camisa 29 da Azzurra, aos 19 minutos, fez um gol irregular ao quadrado, uma vez que ele, claramente, conduziu a bola com a mão, como um verdadeiro jogador de basquete, antes de concluir a jogada.
E por falar em Luca Toni, lembrei de uma conversa que tive há um certo tempo com Maurício Luiz Aires, apaixonado pelo futebol alemão, e pelo Bayern München, equipe na qual joga o atacante italiano.
A cada partida de Luca Toni com a camisa da Itália, mais eu me convenço de que ele, sem Miroslav Klose - seu parceiro de frente no Bayern - nada acontece.
Continuando nessa linha de raciocínio, quem também não aconteceu por hoje foi Adriano.
Tava num sono de dar gosto.
Não fez nada em campo.
Mas, tudo bem.
Afinal, a Seleção Brasileira derrotou a atual campeã do Mundo, a única Tetra.
E o Dunga, mesmo que não seja um técnico por Excelência, conquistou mais um importante resultado para ilustrar seu currículum.
Em tempo: outro que mereceu destaque foi o estreante Felipe Melo. Não se intimidou por vestir a amarelinha e realizou uma partidaça.
DO BLOG DO ROBERTO - http://oblogdoroberto.zip.net/
O clássico do centenário será nos Aflitos!
Por ROBERETO VIEIRA
A Federação Pernambucana de Futebol (FPF) conseguiu junto à CBF, a marcação da primeira partida Náutico x Sport no Brasileirão Série A, para o dia 26 de julho. Um dia depois do centenário do Clássico dos Clássicos. Fato esse, que permite a realização de uma grande festa pelo histórico evento. Até aí, tudo bem. Mas tem um porém! O jogo foi marcado para a Ilha do Retiro, a pedido da FPF, ferindo os direitos do Clube Náutico Capibaribe. Porque, por direito líquido e claro, o jogo deverá ser disputado no Estádio Eládio de Barros Carvalho.
Quais as razões de tal argumentação? Muito simples, meus senhores!
As tabelas do Brasileirão, seguem uma norma do direito: A reciprocidade. Quer um exemplo? O Grenal do Centenário, marcado para uma semana antes do clássico pernambucano pelo Brasileirão, está marcado para o Estádio Olímpico. Por que? Porque o segundo jogo entre as equipes no Brasileirão do ano passado, ocorreu no Beira-Rio. No caso pernambucano, o último Náutico x Sport no Brasileirão foi na Ilha do Retiro, então, o próximo tem de ser nos Aflitos.
A atitude da FPF contraria, portanto, o princípio da reciprocidade, a justiça, a igualdade de condições entre os participantes de uma competição. Não cabe sequer, argumentação. Deve-se apenas e tão somente cumprir a letra da lei.
Em tempo: Muitos argumentariam, preferindo o Estádio José do Rêgo Maciel para o evento. Seria até lógico, tivesse sido o clube de Rosa e Silva consultado antes da ação impetrada pela FPF. Agora é tarde. A torcida Timbu não vai abrir mão!
O Clássico dos Clássicos do Centenário será nos Aflitos!
O Fluminense está muito próximo de anunciar o atacante Fred (Lyon-FRA) como novo reforço.
Não há qualquer impedimento, por parte do Lyon, para que a transação seja realizada nas próximas horas.
Com o Flu, o acordo a ser firmado é o seguinte: Fred, ao assinar o contrato, poderá sair do clube antes do encerramento do mesmo - que, ao que tudo indica, terá a validade de 4 anos – porém, caso isso ocorra de fato, o Tricolor será ressarcido integralmente pelo jogador.
Ou seja, o valor que o Fluminense pagará hoje para tê-lo será o mesmo que ele, Fred, terá de pagar caso largar o time das Laranjeiras antes da hora.
Mas Fred quer, mesmo, ir para a Copa do Mundo, voltar à Seleção Brasileira.
E é por essa vontade que a diretoria do Flu acredita que Fred ficará e trará os resultados desejados, sem qualquer tipo de problema.
Para 20 dos 51 internautas que votaram na nossa enquete (o que corresponde a 39%), o atacante Washington, do São Paulo, é melhor que Keirrison (Palmeiras), Kléber Pereira (Santos) e Ronaldo (Corinthians).
DO BLOG OPINIÃO FC - http://www.opiniaofc.blogspot.com/
Game Over, Felipão
Por ANDRÉ AUGUSTO
O empate em Stamford Bridge para o Hull City foi a gota d’água para o mecenas do Chelsea, Roman Abramovitch, dar cartão vermelho para Luiz Felipe Scolari do comando dos Blues. Mesmo com todas as dificuldades da adaptação e implementação de sua filisofia no clube londrino, pareceu uma decisão precipitada. Primeiro, porque o Chelsea – leia-se Abramovitch – atravessa dificuldades financeiras, e por isso, pouco reforçou/renovou o seu elenco. Apenas Deco, Mineiro e Quaresma – os últimos dois a custo zero - chegaram em 2008/09, em um elenco que sofreria importantes perdas, como o polivalente Essien e Joe Cole pela temporada inteira. Além disso, teve problemas com alguns medalhões da equipe, o que vinha o atrapalhando em uma de suas principais virtudes nos grupos vencedores que construiu: fechar o grupo. Joe Cole, Drogba e Anelka não bateram diretamente contra Felipão, mas as reclamações constantes pela titularidade atrapalharam o foco do elenco.
Em pouco mais de sete meses no comando dos Blues, Felipão teve aproveitamento de 62 %. Em 36 jogos, foram 19 vitórias, dez empates e sete derrotas. No entanto, dois foram os fatores – tecnicamente falando – que contribuíram decisivamente para que Felipão e o Chelsea vissem o título inglês mais distante: o mau aproveitamento dos jogos em casa e o péssimo aproveitamento nos clássicos, primordiais para quem quer ser campeão inglês. Em seus domínios, o Chelsea venceu apenas seis partidas das 13 disputadas, com cinco empates e duas derrotas. Na época de sua primeira derrota – na nona rodada da Premier League para o Liverpool – o Chelsea viu ser quebrado uma série de 86 jogos sem derrota em casa em um período de quatro anos. E nos clássicos, Felipão e o Chelsea não conseguiram uma vitória sequer – duas derrotas para o Liverpool, uma para o Arsenal e uma derrota e um empate frente ao Manchester United.
O quarto lugar na Premier League – 49 pontos, sete atrás do Manchester United, que tem uma partida a menos – a irregular campanha na Champions e a eliminação na Copa da Liga Inglesa para o Burnley, da segunda divisão, fizeram com que a torcida e boa parte da imprensa inglesa pedisse a cabeça do brasileiro, mesmo com os Blues terminando o primeiro turno na cola do então líder Liverpool, terminando a primeira parte do campeonato com o melhor ataque (40 gols) e a melhor defesa (nove gols sofridos).
No entanto, desde que Felipão começou a treinar a Seleção Brasileira e após a Copa de 2002, a portuguesa, ele se mostrou um técnico de trabalhos a longo prazo. Ou quem não se lembra do episódio da derrota para Honduras, na Copa América de 2001, disputada na Colômbia, por 2-0. Ainda assim, classificou-se com dificuldades para a Copa de 2002, e deixou Romário fora do elenco e ainda assim, sagrou-se campeão. E na época em que assumiu Portugal, causou indisposição com jogadores, torcida e imprensa lusa bancando Deco em Portugal e deixando o ídolo Vítor Baía fora dos planos para a Euro que se avizinhava, a qual seria disputada na própria terrinha. Os resultados da aposta em Felipão, a longo prazo, vieram na forma de uma Copa do Mundo e um vice da Eurocopa.
A demissão de Felipão nos faz repensar as reais dimensões da crise pela qual o Chelsea atravessa: os Blues devem pensar seriamente na renovação de seu milionário – e neste momento insuficiente elenco – se quiserem continuar cobiçando seu principal objetivo: a Champions League. Esse será o desafio do próximo técnico: foco total na Champions e mover os pauzinhos para uma renovação profunda no elenco.
REGULAMENTO GERAL DAS COMPETIÇÕES (FPF) - SOBRE A CONFUSÃO NO PACAEMBU - CORINTHIANS x PORTUGUESA
Por VANESSA RUIZ
Regulamento Geral das Competições (Federação Paulista de Futebol)
CAPÍTULO IV Do Adiamento e da Suspensão das Partidas
Art. 17 - Uma partida somente deixará de ser realizada, interrompida ou encerrada por um dos seguintes motivos:
a) Falta de garantia;
b) Conflitos graves;
c) Mau estado do gramado;
d) Motivo extraordinário, não provocado pelos clubes, e que represente uma situação de comoção incompatível com a realização ou continuidade da partida.
§ 1º - O árbitro deverá aguardar, por pelo menos, 30 (trinta) minutos, à solução dos problemas que deram origem à interrupção da partida e se tal não acontecer determinará o seu encerramento.
§ 2º - Quando uma partida for suspensa pelos motivos previstos nas letras "a" e "b" deste artigo, assim se procederá, após julgamento do processo correspondente, pela Justiça Desportiva:
1. Se a interrupção nas hipóteses das letras "a" e "b" se der por culpa de uma das associações, ela será considerada perdedora pela contagem de 3 a 0 (três a zero), na hipótese de empate ou de estar vencendo a partida;
2. O resultado do marcador será mantido caso a associação culpada esteja perdendo, desde que seja maior ou igual a 3 a 0 (três a zero). Caso o resultado seja menor será considerado o resultado de 3 à 0 (três a zero);
3. As duas associações serão consideradas perdedoras pela contagem de 3 a 0 (três a zero) se ambas forem responsáveis pelo encerramento antecipado da partida, não se levando em conta o número de tentos marcados.
§ 3º - Quando a não realização se der em conseqüência da situação prevista na letra "c" e "d" deste artigo, uma nova partida será disputada no dia seguinte, às 15:00 horas, no mesmo local.
1. Caso seja mantida a impossibilidade de realização da partida suspensa, a mesma será remarcada em data, horário e local designados pelo Departamento Técnico da FPF;
2. Quando ocorrer a interrupção, caso hajam sido disputados 72 (setenta e dois) minutos ou mais de partida, observado o § 1º deste artigo, a mesma será encerrada, mantendo o resultado do marcador;
3. Quando ocorrer a interrupção antes dos 72 (setenta e dois) minutos, observado o § 1º deste artigo, a partida terá continuidade no dia seguinte, às 15:00 horas, no mesmo local, com a mesma contagem do momento de sua interrupção, com os mesmos atletas e a mesma documentação da partida interrompida.
§ 4º - Caso persista a impossibilidade de continuação da partida, a mesma será anulada e remarcada nova partida integral em data, horário e local designados pelo Departamento Técnico da FPF.
§ 5º - Ocorrendo falta de energia elétrica e não sendo o seu fornecimento restabelecido no prazo a que se refere o § 1º, o árbitro dará a partida por suspensa; e a mesma terá continuidade no dia seguinte, às 15:00 horas, no mesmo local, e com a mesma contagem do momento de sua interrupção, com os mesmos atletas e a mesma documentação da partida interrompida.
Art. 18 - Uma partida poderá ser adiada pelo Presidente da FPF, por motivo de força maior, mas tal providência terá de ser adotada com a antecedência mínima de 3 (três) horas, dando-se imediata ciência aos representantes das associações disputantes.
Art. 19 - Exceto o previsto no artigo anterior, uma partida somente poderá ser adiada, interrompida ou encerrada por decisão do árbitro, devidamente justificada em seu relatório.
Art. 20 - No caso de suspensão ou interrupção definitiva da partida que determine a sua anulação, poderão participar da nova partida os atletas com condições legais de jogo e que não estejam cumprindo penalidade disciplinar.
Art. 21 - O Departamento Técnico da FPF poderá adiar ou antecipar uma partida, desde que os seus disputantes sejam previamente notificados e de acordo com as normas vigentes.
É com prazer que comunico a estréia de Luiz Gonzaga Belluzzo no sítio Mandando Pra Rede (www.mandandoprarede.com.br), no qual assumo as funções de editor e colunista.
Os textos, escritos para a revista CartaCapital ficarão disponíveis a partir de hoje, segunda-feira, dia 9, no MPR, na coluna "Diálogo Econômico".
Belluzzo é economista e atual presidente do Palmeiras.
Quero aproveitar e, além de saudar o novo colunista, agradecer ao Diretor da CartaCapital, Mino Carta, pessoa que tanto prezo e considero, pela autorização dada para o uso do material!
Um empate era o mais digno para o Tricolor, não a derrota.
O Grêmio durante o primeiro tempo dominou o jogo. Teve chances, oportunidades. Mas como vem acontecendo ultimamente, não conseguiu o aproveitamento desejado.
O erro começou muito antes da partida contra o Veranópolis, quando decidiram ‘poupar os jogadores’.
Na 4ª rodada do Gauchão, que time poupa jogadores?
Deveríamos ao menos ter três titulares, como nosso co-irmão fez.
Mas não, o Celso Roth é o homem.
Ele é quem manda.
Carlos Eugênio Simon é um bom árbitro. Mas não o suficiente.
Seja coincidência ou não, acaba sempre errando nos jogos do Grêmio.
Mas a questão que ainda não quer calar, não é sobre a arbitragem, e sim sobre o técnico.
Porque Celso Roth ainda permanece no clube?
Roth é ruim.
Não é digno de treinar um clube igual ao nosso!
Não possui capacidade suficiente.
Se permanecer assim, vamos seguir os mesmos passos do ano passado.
No Palestra Itália, o Palmeiras goleou o Santos por 4 a 1, com direito a gols de Keirrison, para o alviverde, e de Kléber Pereira, para o Peixe.
Foi um jogo aberto, franco, em que o Palmeiras foi absolutamente soberano.
Já no Brinco de Ouro da Princesa, teve o Derby Campineiro, entre Guarani e Ponte Preta.
Partida em que Fernando Gaúcho deixou sua marca por duas vezes, uma para a Ponte, outra para o Guarani.
Pelo Estadual do Rio, Fluminense e Vasco da Gama empataram sem gols, num clássico em que o que predominou foi o número de cartões: 9, sendo 7 amarelos e 2 vermelhos.
Resultado que não agrada nem um nem outro, mas que mantém Renê Simões como treinador do Flu.
No Gauchão, o dia foi de Grenal.
D'Alessandro e Nilmar garantiram os 2 a 1 diante do Grêmio, que foi às redes com Jonas.
Clássico bastante movimentado em que o Colorado teve a sorte de sair na frente logo aos 3 minutos, numa bela cobrança de falta.
Para encerrar, não podemos deixar de citar o BaVi, no Barradão, em Salvador.
O Bahia venceu por 2 a 0, tendo 35 mil pessoas como testemunhas.
Na arquibancada, numa confusão envolvendo os torcedores do Vitória, 32 sairam feridos.
Geral: 287 jogos 122 vitórias do Palmeiras [ 507 gols ] 76 empates 89 vitórias do Santos [ 424 gols ]
No Campeonato Paulista: 168 jogos 82 vitórias do Palmeiras [ 309 gols ] 38 empates 48 vitórias do Santos [ 228 gols ]
- Em jogos do Campeonato Paulista, o Palmeiras não perde para o Santos no estádio Palestra Itália há 40 anos. A última derrota foi em 18/06/1969, pela fase final da competição, por 3x0. Os gols foram de Pelé (2) e Toninho Guerreiro. De lá para cá, os dois times se enfrentaram 9 vezes no Palestra Itália pelo Paulistão: foram 5 vitórias e 4 empates.
- No retrospecto geral, o Palmeiras leva vantagem sobre o Santos atuando no estádio Palestra Itália: em 65 jogos, foram 36 vitórias, 17 empates e apenas 12 derrotas. A equipe marcou 132 gols e sofreu 69.
- No Campeonato Paulista, o Palmeiras também tem vantagem quando enfrenta o Santos no Palestra Itália: em 36 jogos, foram 21 vitórias, 08 empates e 07 derrotas. O time palmeirense marcou 78 gols e sofreu 39.
- Primeiro jogo da história entre os dois clubes. 03/10/1915 [Amistoso]: Palestra Itália 0x7 Santos, no campo do Velódromo-SP.
- Primeiro jogo da história entre os dois clubes no estádio Palestra Itália. 20/11/1921: Palmeiras 6x1 Santos
- Primeiro jogo da história entre os dois clubes pelo Campeonato Brasileiro. 16/10/1971: Palmeiras 0x1 Santos, no estádio do Pacaembu- SP. O gol foi do meia Mazinho.
- Palmeiras e Santos se enfrentaram 3 vezes em 2008. Pelo Paulistão, a partida terminou 0x0, na Vila Belmiro. Já no Campeonato Brasileiro, o Palmeiras venceu as duas: 4x2 no 1o. turno, no estádio Palestra Itália. Os gols foram de Leandro (2), Alex Mineiro e Gladstone. Kléber Pereira e Apodi marcaram para o time santista. No 2o. turno, vitória de 2x1 na Vila Belmiro. Kléber e Léo Lima marcaram para o Verdao, enquanto Kléber Pereira fez o do time santista.
Últimas partidas pelo Campeonato Paulista:
20/01/08 - Santos 0 x 0 Palmeiras 04/02/07 – Palmeiras 3 x 3 Santos 05/03/06 - Santos 1 x 0 Palmeiras 06/03/05 - Palmeiras 3 x 1 Santos 01/02/04 - Palmeiras 2 x 2 Santos
- Maiores goleadas: o Palmeiras goleou o Santos por 8x0 no Paulista de 1932, por 7x1 no Torneio Rio-SP de 1965, e por 6x0 no Paulistão de 1996, em plena Vila Belmiro. Já o Santos goleou o Verdão por 7x0 num amistoso disputado em 1915.
- Curiosidades: O placar de 1x1 é o mais comum entre Palmeiras e Santos: aconteceu em 50 dos 287 jogos da história, seguido pelo placar de 2x1, que aconteceu em 44 ocasiões. Já o resultado por três gols ou mais de diferença aconteceu em 49 partidas.