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A FRASE DO DIA
 
Eu joguei em 2006 em Caracas, na Venezuela, pela Libertadores, quando o Rogério estava servindo
à Seleção Brasileira. Com certeza o jogo de
Libertadores é um jogo especial

BOSCO, goleiro do São Paulo, que, hoje, enfrenta o Independiente de Medelín, na Colômbia, no lugar do capitão Rogério Ceni
 


VASCO E GALO SE GARANTEM; INTER PERDE NA COPA DO BRASIL

Jogando em Teresina, no Piauí, o Vasco da Gama goleou o Flamengo local por 4 a 1, com gols de Elton (2), Paulo Sérgio e Jeferson.

O Atlético-MG, por sua vez, fez 5 a 0 no Itabaiana.

Os gols foram de Carlos Junior (2), Diego Tardelli, Marcos Rocha e Júnior.

Com esses placares, tanto o Vasco quanto o Galo não terão de realizar os jogos de volta, em São Januário e no Mineirão, respectivamente.

Santos e Fluminense, ao contrário, venceram seus jogos, mas por placares magros e, por isso, terão de disputar a segunda partida.

Contra o Nacional de Patos, da Paraíba - aquele, do José Wilker - o Flu ganhou de 1 a 0.

Já o Peixe, derrotou o Rio Branco, do Acre, por 2 a 1, e de virada.

Quem decepcionou neste início de Copa do Brasil, foi o Internacional.

Perdeu de 1 a 0 para o União, do Mato Grosso.

Nesta quinta-feira, você já sabe, tem Corinthians em campo.

Ronaldo viajou com o grupo.

Mas se ele jogará ou não contra o Itumbiara, ainda é um mistério.



Escrito por Persio Presotto às 00h42
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SÃO PAULO DOMINA, ARRASA, MAS SÓ EMPATA!

A estréia são-paulina na Taça Libertadores das Américas foi pra lá de dramática, no Morumbi.

Chances e mais chances de gols foram criadas.

Só de escanteios houve mais de 15.

Finalizações, quase 30.

Mas o time colombiano do Independiente de Medelín estava largo.

E bota largura nisso!

O primeiro gol foi de Árias, para os colombianos, aos 34 minutos do segundo tempo.

O empate veio só aos 47, com Borges, herói na temporada passada e que em 2009 marcou o segundo gol com a camisa 17.

Por tudo o que o São Paulo fez e mostrou em campo, o placar mais justo seria o de uma goleada.

Mas, quem disse que existe justiça nas quatro linhas?



Escrito por Persio Presotto às 00h06
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A COPA DO BRASIL

A quarta-feira não será destinada unicamente à Libertadores.

Teremos também a rodada de estréia da Copa do Brasil.

Em Teresina, por exemplo, o Flamengo, do Piauí, receberá o Vasco da Gama, de Pimpão.

No Acre, o Rio Branco vai encarar o Santos, com Vagner Mancini de treinador.

E na Paraíba, o Nacional de Patos jogará com o Fluminense.

Nacional, que contará com o lateral direito José Wilker.

José Wilker, que, só pra constar, não é o ator da Rede Globo de Televisão, mas o José Wilker Barbosa.

Amanhã, será a vez da Ponte Preta, do Bahia, do Vitória, do Goiás, do Flamengo e do Corinthians entrarem em campo.

O alvinegro do Parque São Jorge terá o Itumbiara pela frente, no Jucelino Kubitschek.

E vale lembrar também, que, nesta primeira fase, a equipe que vencer fora de casa por diferença de 3 gols, não precisará fazer a partida de volta.



Escrito por Persio Presotto às 17h46
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DO BLOG DO PAULO SANT'ANNA, NO ZERO HORA

Roth tem que jogar com dois avantes

Por PAULO SANT'ANNA

Está chegando de mansinho a Porto Alegre o atacante argentino Maxi López
para se integrar ao Grêmio e estar entre os inscritos para a Libertadores. Chega a ser comovente o esforço da direção gremista para reforçar o seu time diante do campeonato sulamericano, que começará na próxima Quarta-feira de Cinzas. O Grêmio estreará no Olímpico contra o Universidad do Chile e poderá ter esse argentino em campo.

Herrera, Maxi López, Jonas, Alex Mineiro. Se o Grêmio tivesse esses atacantes em 2008 teria sido campeão brasileiro sem dúvida alguma, pois todos diagnosticavam a falta de atacantes. Grêmio tinha Marcel e o uruguaio Morales, que absolutamente não corresponderam às expectativas dos torcedores. Dizem algumas pessoas que estamos diante de um ótimo jogador, o Maxi lópez. Espero que seja e que o treinador gremista, enfim, confirme que o Grêmio jogará com dois avantes, no mínimo, na copa Libertadores da América.

O Grêmio que vinha jogando com seis na meia cancha e não vinha fazendo gols. No Gre-Nal não fez gol com seis na meia cancha, contra o juventude não fez gols com seis na meia cancha e só veio a fazer gol no Gre-Nal e contra o Juventude, e também contra o Avenida, quando colocou dois atacantes, no mínimo.

Meus companheiros do Sala de Redação constataram que não existe no mundo nenhum time que jogue apenas com um avante. Tomara que o treinador gremista faça um bom time e que o Grêmio tenha a possibilidade de transmitir a sua torcida grandes alegrias na Libertadores!

Acessse o Blog do Paulo Sant'Anna



Escrito por Persio Presotto às 14h42
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HARMONIA

Aqui vai um recado para quem gosta de boa música: o HARMONIA deste blog foi devidamente atualizado.

Está à esquerda da tela, abaixo do RECORDAR É VIVER.

A música deste mês é um verdadeiro "Hino ao amor", na voz de Maysa!

Vale a pena ouvir!



Escrito por Persio Presotto às 13h54
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PALMEIRAS PERDE EM QUITO

O Palmeiras não teve um bom início na fase de grupos da Taça Libertadores das Américas.

Foi em Quito, no Equador, e perdeu para a atual campeã, LDU, por 3 a 2.

Uma derrota que pode ser entendida pela dificuldade de se encarar a altitude, mas que também contou com a desatenção da zaga palmeirense em dois dos três gols.

Hoje à noite será a vez do Sport Recife, também no Grupo 1, jogar contra o Colo Colo, do Chile, em Santiago.

E pelo Grupo 4, o São Paulo fará sua estréia diante do Independiente de Medelín, da Colômbia, no Morumbi.

Que os brasileiros de hoje tenham melhor sorte que os de ontem.



Escrito por Persio Presotto às 13h00
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QUAL CLUBE SE PLANEJOU MELHOR PARA A MARATONA DE JOGOS?

A Taça Libertadores das Américas, que está na 49ª edição, começa hoje para o Palmeiras.

Amanhã, para o São Paulo.

E ainda temos Grêmio, Cruzeiro e Sport Recife.

A Copa do Brasil, que inicia nesta quarta-feira, terá Corinthians, Fluminense...

Chegou, portanto, o momento chave neste início de temporada.

É a hora de mostrar qual dos grandes clubes do Brasil se estruturou melhor, no que se refere a contratações e preparação física dos jogadores.

A maratona de jogos dá o pontapé inicial.

E você, torcedor, não perderá nada por aqui.



Escrito por Persio Presotto às 14h24
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PARA RIR UM POUCO....

http://charges.uol.com.br/2009/02/16/
dunga-canta-como-eu-quero/
 



Escrito por Persio Presotto às 02h50
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MELHOR É IMPOSSÍVEL

Por CLARA ALBUQUERQUE

“Melhor É Impossível”

Direção: James L. Brooks

Ano: 1997

País: Estados Unidos

Gênero: Comédia, drama, romance

Título Original: As Good as It Gets 

 

Eu era bem pequenininha quando o Bahia foi bicampeão brasileiro de 1988, já em fevereiro de 1989. Bem, eu não era exatamente um bebê, mas também não me lembro de muita coisa. Torcedora do Bahia doente, minha mãe foi assistir o primeiro jogo da final contra o Internacional na Fonte Nova enquanto eu e meu irmão ficamos em casa com meu pai. Não, você não leu errado. Aqui em casa, minha mãe é a dona da bola e eu e meu irmão brigamos, no bom sentido é claro, para receber o valioso passe dela. No jogo final, todo mundo gritava (acho que de tensão), mas eu, como era a menorzinha, fiquei sem entender muita coisa. “Ué? Mamãe me ensinou que pra ganhar tem que ter grito de gol”, devo ter pensado. Só fui compreender o sentimento daqueles tricolores quando o meu time foi campeão brasileiro (pela terceira vez) e já tinha idade e paixão suficiente para sentir o que é impossível de se descrever.


O Campeonato Brasileiro de 1988 foi a primeira e única vez na história que a decisão do título se polarizou entre as regiões do Nordeste e Sul e apenas a segunda em que
não houve participação de equipes paulistas ou cariocas. Além desta decisão entre Bahia e Internacional, apenas Cruzeiro e o mesmo Internacional duelaram pela taça em 1975. E estou incluindo aqui não só os campeonatos onde houve um confronto decisivo final (1972 a 2002), mas também as competições disputadas por ponto corrido. A partir de 2003, deixou de existir o mata-mata, mas estou considerando as duas primeiras classificações.


Nunca uma final nacional ligou pontos tão distantes do Brasil. Mais de 3000 km de muita estrada e paixão entre Salvador e Porto Alegre que elevou o Bahia a um novo patamar. O tricolor, na época, já era um time absoluto em nosso estado.  Já havia sido heptacampeão baiano e já era dono de milhares de corações. Mas fora da Bahia e do Nordeste, não era muita coisa, apesar da façanha, em 1959, quando foi campeão da Taça Brasil, uma espécie de primeiro rascunho da competição nacional, contra o Santos de Pelé.  Isso mudou para muita gente naquele campeonato de 1988. Infelizmente, eu não pude acompanhar a surpresa do Brasil depois que o tricolor baiano, desacreditado por muitos, desbancou o Fluminense na semifinal. Também não pude assistir a elegância e os gols de Bobô na histórica partida da Fonte Nova. Muito menos a aula de disciplina tática no empate final em Porto Alegre.  Só sei que em 1989, o carnaval em Salvador, ao menos para os tricolores, durou o ano todo. Porque é muito bom festejar e dizer “eu sou campeão”. Melhor, é realmente impossível!

Publicada no Jornal Correio, da Bahia



Escrito por Persio Presotto às 22h56
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BOTAFOGO CEDE EMPATE NO FINAL

Por VALTER BERNAT

Com os dois times bem mexidos para poupar jogadores para as semifinais, o Botafogo começou o jogo em cima do Flamengo e dominou bem o primeiro tempo, quando conseguiu seu único gol.

No meio-tempo, Nei Franco, técnico do Botafogo fez duas mexidas, dignas de time pequeno. Tirou um atacante e colocou outro cabeça de área e tirou um meio-campo e colocou mais recuado.

Com isso o Reinaldo passou a jogar sozinho na frente, no sacrifício. Estas substituições deram campo ao Flamengo que passou a pressionar e conseguiu até um pênalti, bem marcado, infantilmente cometido pelo Alessandro em Egídio. Obina foi escalado pra bater e conseguir finalmente um gol no campeonato...e perdeu de novo, numa linda defesa do Renan.

A partir daí o Fogão subiu de produção e começou a perder gols. Reinaldo, Wellington, Jougle, Lucas Silva, perderam gols praticamente feitos. A defesa do Botafogo conseguia afastas os ataques do Mengão, com chutões pra frente.

Aos 46 do segundo tempo, o Flamengo lançou mais um bola na área e o goleiro do Botafogo saiu do gol e pegou. Aí pecou pela inexperiência. Ao invés de reter a bola e mandar o time tocar e prendê-la, preferiu correr, dar um chutão e tentar um contra-ataque inútil, já que Reinaldo estava cansado e sem pernas.

A defesa do Flamengo pegou a bola e a lançou, com outro chutão, para a área do Botafogo, que inexplicavelmente tinha só 3 zagueiros contra 3 atacantes rubronegros. Inacreditável!

Houve falha de dois zagueiros e a bola sobrou para o Zé Roberto, marcado pelo Alessandro. Este falhou e permitiu ao Zé chutar a bola cara a cara com o Renan, que espalmou como pôde, sobrando a bola no meio da área onde estava Josiel que só a empurrou para o gol.

Castigo para o Fogão e méritos para o Mengão que não desisti, como sempre.

Bem, o jogo na verdade não valia nada, pois quem chega em primeiro na chave não tem vantagem alguma.

As semifinais só serão decididas na 3a. feira no tapetão, quando o Vasco vai tentar reaver os 6 pontos que lhe foram tirados pela escalação de Jéferson sem condições de jogo.

Caso isso aconteça: Botafogo e Vasco farão uma semifinal e Fla x Flu, a outra. Se mantiver o resultado, o Botafogo jogará contra o Fluminense e o Fla contra o Resende.

Coisas do tapetão...


Escrito por Persio Presotto às 09h20
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AVENIDA 0 x 2 GRÊMIO - NÃO FOI CLÁSSICO, MAS O GOL DE JONAS...

 



Escrito por Persio Presotto às 01h42
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A + B = C. "C" DE CLÁSSICO!

No primeiro duelo do ano entre o Campeão Brasileiro da Série A com o da Série B, deu empate.
 
O São Paulo, mesmo que com o time reserva, dominou todo o primeiro tempo e parte do segundo.
 
O Corinthians, por sua vez, tentou penetrar na grande área são-paulina de todas as formas.
 
O volante Túlio, ex-Botafogo, chegou lá e até se jogou, numa tentativa frustrada para cavar a penalidade máxima.
 
O árbitro José Henrique de Carvalho não caiu na conversa do camisa 8 corintiano, que, na continuidade do lance, acertou um soco em André Dias e acabou expulso por isso.
 
Se no 11 contra 11 o Tricolor era superior, no 11 contra 10 também foi.
 
Mas esse domínio dizia respeito unicamente à posse de bola, não às oportunidades criadas ou coisa do gênero.
 
Na etapa final, tanto São Paulo como Corinthians optaram por mudanças para sair daquele marasmo.
 
E as mudanças foram boas, diga-se.
 
No Tricolor, Hernanes e Borges entraram nos lugares de Rodrigo e André Lima, respectivamente.
 
Já o alvinegro do Parque São Jorge colocou em campo Souza e Boquita.
 
Aos 28 minutos, Wagner Diniz recebeu o segundo amarelo e foi devidamente expulso.
 
Pouco depois, aos 30, o São Paulo inaugurou o placar no Morumbi: Hernanes tocou para Dagoberto, que, já dentro da área, serviu Borges para fazer 1 a 0.
 
E o Corinthians, sem perder muito tempo, tratou de reagir.
 
Empatou, aos 36, com André Santos, numa jogada toda construída por Boquita.
 
André Santos que, aos 42, foi expulso num lance com Júnior Cesar.
 
Não achei que a falta em si fosse pra tanto, mas como ele já havia recebido o cartão amarelo...
 
O fato é que, no frigir dos ovos, o 1 a 1 foi o placar mais justo neste São Paulo e Corinthians, pelo Paulistinha 2009.



Escrito por Persio Presotto às 20h01
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O SANTOS DE NOVO TÉCNICO

Nada de Renato Gaúcho!

A diretoria do Santos contratou Vagner Mancini, com passagem rápida pelo Grêmio e que estava no Vitória, da Bahia.

Ufa!



Escrito por Persio Presotto às 14h25
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SÃO PAULO x CORINTHIANS - O CLÁSSICO DOS CLÁSSICOS

Pense rápido e responda ainda mais rápido: Qual o melhor São Paulo e Corinthians de todos os tempos?

Difícil, não é?

Pois é...

Escolher um único jogo, de um clássico tão tradicional como o choque entre alvinegros e Tricolores, é praticamente impossível.

Seja no Morumbi, no Pacaembu, em Ribeirão Preto, ou outra localidade qualquer, São Paulo e Corinthians, quando entram em campo roubam qualquer cena.

Todos querem ver!

E não à toa, diga-se.

Quem não lembra dos duelos travados na época da Democracia Corintiana, quando a equipe do Parque São Jorge contava com uma legião de craques, como o Dr. Sócrates, Casagrande, Zenon, Ataliba e Biro-Biro?

Quem não se lembra da final do Paulistinha de 1998, quando Raí retornou de Paris (FRA), após cinco temporadas de Europa, e decidiu para o Tricolor, que contava com França e Denilson?

Quem não se lembra da fase semifinal do Paulistinha de 99, quando o Corinthians, com Edílson e Rincón, goleou por 4 a 0?

E os dois pênaltis cobrados por Raí defendidos por Dida, na semifinal do Brasileiro de 99?

Quem esquece?

E ainda tem a goleada Tricolor, por 5 a 1, no Brasileiro de 2005, que provocou a queda do então treinador Daniel Passarella.

É... São Paulo e Corinthians é o clássico dos clássicos.

Aquele que desperta a emoção, que sobra em histórias e fatos pitorescos e que deixa saudade antes mesmo de iniciar.



Escrito por Persio Presotto às 12h14
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